• sozinha no cais deserto, de débora gil pantaleão

Débora Gil Pantaleão, 1989, pessoense. Graduada e mestre, é doutoranda em letras e estudante de especialização em psicanálise, além de idealizadora da Editora Escaleras. Publicou seu primeiro livro de poesia Se eu tivesse alma em 2015, pela Cia do eBook, e em 2016 a versão impressa saiu pela Benfazeja. O segundo de poesia se chama Vão remédio para tanta mágoa (Escaleras, 2017). Estreou na prosa com a novela Causa Morte (Penalux, 2017) e com o livro de contos, Nem uma vez uma voz humana (Escaleras, 2017). É também coeditora da revista independente Malembe e colaboradora no Correio das Artes, suplemento cultural do Jornal A União, e no site cultural Livre Opinião - Ideias em Debate (www.livreopiniao.com). Além disso, ministra oficinas de literatura e criação literária.


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sozinha no cais deserto, a partir da tríade deus-corpo-suicídio, faz um percurso, em que o corpo é posto como eixo de elaboração do sentido ou não-sentido de deus  e da angústia que se antepõe e flerta com o  suicídio. Esse corpo, que é divino, humano  e poético, com suas formas, gestos, fisiologia e desejos situa a poética de Débora Gil Pantaleão no signo da carne." [Leyla Brito, em orelha].



DETALHES DO LIVRO

Origem: NACIONAL
Edição: 1
Ano: 2018
Assunto: Literatura Nacional (Poesia)
Idioma: PORTUGUÊS
País de Produção: BRASIL
ISBN: 978-859421305-1
Encadernação: BROCHURA
Altura: 21,00 cm
Largura: 11,00 cm
Nº de Páginas: 72

sozinha no cais deserto, de débora gil pantaleão

  • Modelo: Poesia
  • Disponibilidade: Em estoque
  • R$ 35,00


Etiquetas: Poesia